quinta-feira, 25 de novembro de 2010



Por que implorar-te algo que devia ser teu prazer
Por que não ignorar-te se assim é o teu querer
Fique com teu tempo desperdiçado, teu amor inanimado,
Que tenho urgência de viver
já não prezo as conveniências
O cotidiano me dá obrigações
A vida me dá prazer
Pratos vazios: apenas os verdadeiros amigos

Um comentário:

  1. Nossa ! eu quero ser um prato fundo e cheio de feijoada, acompanhada de caipirinha, por favor!

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